Sponholz: O lema/lama dos três moscateiros: todos por um e um "porcada"
Postado por TOUROLOUCO às 7/09/2009 07:58:00 AM
A reforma eleitoral aprovada pela Câmara dos DePUTAdos libera campanha na internet
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira novas regras para o processo eleitoral, permitindo a propaganda de candidatos por meio da internet e o uso eleitoral de ferramentas da web, como blogs, e redes sociais, como o Twitter e o Orkut. As mudanças ainda precisam ser confirmadas pelo Senado Federal e devem passar a valer nas eleições de 2010.
Considerado um dos grandes canais de comunicação utilizado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para vencer a corrida presidencial à Casa Branca, a internet poderá ser instrumento de campanha, desde que o conteúdo nela veiculado seja produzido pelo próprio candidato, partido ou coligação. Os eleitores também poderão apoiar candidatos via web, com a ressalva de que não podem fazer referência a adversários políticos e devem produzir seu "apoio" individualmente.
Apesar da liberação da propaganda eleitoral online, sites e portais não poderão declarar apoio a um candidato específico, prática atualmente permitida a veículos de mídia impressa, ou divulgar propaganda paga na internet. As proibições englobam ainda a vedação de se divulgar campanhas em sites oficiais ou da administração pública e de se veicular publicidade eleitoral em sites de pessoas jurídicas, mesmo que gratuitamente.
Pelo texto aprovado pela Câmara dos Deputados, portais de internet poderão promover debates entre os candidatos desde que tenham a anuência de dois terços deles em eleições majoritárias (governador e vice, presidente da República e vice, senador e prefeito e vice) e de dois terços dos partidos políticos para pleitos proporcionais (deputados estaduais, distritais e federais e vereadores).
Atualmente, a campanha na internet é restrita. Uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite que os candidatos façam campanha apenas por meio de um site destinado para as eleições, sob o domínio ".can.br". Dois dias antes das eleições, os políticos tinham que tirar a página do ar. O texto da reforma política prevê que os candidatos possam pedir votos em suas páginas pessoais, sites de relacionamentos, MSN, blogs e twitter, entre outros.
Ficha suja
Outro ponto polêmico do conjunto de regras eleitorais aprovado nesta quarta é a garantia que candidatos condenados pela Justiça possam concorrer a cargos eletivos, desde que ainda caibam recursos no processo. A concessão de registro está garantida inclusive em processos abertos na Justiça Eleitoral e nos tribunais de contas.
Em junho do ano passado, por falta de uma lei que tratasse especificamente da ficha suja, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu liberar as candidaturas de políticos com pendências judiciais por considerar que ninguém poderia ser declarado culpado antes de uma condenação definitiva.
Doações
Pessoas físicas poderão fazer doações por meio de cartão de crédito desde que respeitado o teto de 10% do rendimento de pessoa física no ano. Antes da reforma, as doações a candidatos só eram possíveis por meio de cheques nominais, transferências para contas dos partidos e depósitos identificados.
Eleitor
Para evitar fraudes, ao votar os eleitores terão de apresentar o título de eleitor e um documento com foto para ter acesso à cabine de votação. Até as últimas eleições era permitido votar apenas com o título.
Voto em trânsito
Os eleitores em trânsito no território nacional poderão votar para presidente e vice-presidente em urnas instaladas exclusivamente nas capitais. Até as eleições de 2006, quem estivesse fora do domicílio eleitoral não conseguia participar da escolha do presidente e precisava justificar o voto.
Coeficiente feminino
Sobre as propostas que aumentam a participação das mulheres nas eleições, Flávio Dino informou que foi aprovada uma reserva de 5% do fundo partidário para promoção de atividades de incentivo à presença feminina na política e de reserva de 10% do tempo dos partidos para que elas possam se manifestar.
A legislação atual prevê apenas que cada partido ou coligação deve reservar entre 30% e 60% das vagas para cada sexo.
Registro
O candidato poderá ter seu registro validado depois do prazo final definido pela Justiça Eleitoral caso uma instância judiciária superior der ganho de causa a ele.
Fundo partidário
Os partidos poderão ampliar de 20% para 50% o limite de gastos com pessoal pagos com recursos do Fundo Partidário.
Propaganda
Fica proibida publicidade eleitoral em árvores, jardins e em muros e cercas tanto públicos quanto privados. Em áreas particulares, como quintais de residências, a propaganda terá de ser espontânea e gratuita e devem se limitar a uma área de 4 m².
Será permitida a contratação de trios elétricos apenas durante comícios, ao passo que candidatos poderão fazer campanha até as 22h do dia anterior à eleição.
O Código Eleitoral atual não prevê tais regulamentações.
Anúncios
Para manter o equilíbrio entre os postulantes a cargos eletivos, o projeto de reforma eleitoral dispõe que cada candidato possa publicar, no máximo, dez anúncios por jornal durante a campanha, com um limite máximo de ocupação de um oitavo de página. Em todos os casos, eles deverão informar o valor pago pela publicidade.
O atual Código Eleitoral prevê apenas o limite de um oitavo da página por candidatos e de um quarto de página de revista ou jornal tablóide. O anúncio, na lesgilação atual, só é permitido até a antevéspera das eleições.
Com informações da Redação Terra
Considerado um dos grandes canais de comunicação utilizado pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para vencer a corrida presidencial à Casa Branca, a internet poderá ser instrumento de campanha, desde que o conteúdo nela veiculado seja produzido pelo próprio candidato, partido ou coligação. Os eleitores também poderão apoiar candidatos via web, com a ressalva de que não podem fazer referência a adversários políticos e devem produzir seu "apoio" individualmente.
Apesar da liberação da propaganda eleitoral online, sites e portais não poderão declarar apoio a um candidato específico, prática atualmente permitida a veículos de mídia impressa, ou divulgar propaganda paga na internet. As proibições englobam ainda a vedação de se divulgar campanhas em sites oficiais ou da administração pública e de se veicular publicidade eleitoral em sites de pessoas jurídicas, mesmo que gratuitamente.
Pelo texto aprovado pela Câmara dos Deputados, portais de internet poderão promover debates entre os candidatos desde que tenham a anuência de dois terços deles em eleições majoritárias (governador e vice, presidente da República e vice, senador e prefeito e vice) e de dois terços dos partidos políticos para pleitos proporcionais (deputados estaduais, distritais e federais e vereadores).
Atualmente, a campanha na internet é restrita. Uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite que os candidatos façam campanha apenas por meio de um site destinado para as eleições, sob o domínio ".can.br". Dois dias antes das eleições, os políticos tinham que tirar a página do ar. O texto da reforma política prevê que os candidatos possam pedir votos em suas páginas pessoais, sites de relacionamentos, MSN, blogs e twitter, entre outros.
Ficha suja
Outro ponto polêmico do conjunto de regras eleitorais aprovado nesta quarta é a garantia que candidatos condenados pela Justiça possam concorrer a cargos eletivos, desde que ainda caibam recursos no processo. A concessão de registro está garantida inclusive em processos abertos na Justiça Eleitoral e nos tribunais de contas.
Em junho do ano passado, por falta de uma lei que tratasse especificamente da ficha suja, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu liberar as candidaturas de políticos com pendências judiciais por considerar que ninguém poderia ser declarado culpado antes de uma condenação definitiva.
Doações
Pessoas físicas poderão fazer doações por meio de cartão de crédito desde que respeitado o teto de 10% do rendimento de pessoa física no ano. Antes da reforma, as doações a candidatos só eram possíveis por meio de cheques nominais, transferências para contas dos partidos e depósitos identificados.
Eleitor
Para evitar fraudes, ao votar os eleitores terão de apresentar o título de eleitor e um documento com foto para ter acesso à cabine de votação. Até as últimas eleições era permitido votar apenas com o título.
Voto em trânsito
Os eleitores em trânsito no território nacional poderão votar para presidente e vice-presidente em urnas instaladas exclusivamente nas capitais. Até as eleições de 2006, quem estivesse fora do domicílio eleitoral não conseguia participar da escolha do presidente e precisava justificar o voto.
Coeficiente feminino
Sobre as propostas que aumentam a participação das mulheres nas eleições, Flávio Dino informou que foi aprovada uma reserva de 5% do fundo partidário para promoção de atividades de incentivo à presença feminina na política e de reserva de 10% do tempo dos partidos para que elas possam se manifestar.
A legislação atual prevê apenas que cada partido ou coligação deve reservar entre 30% e 60% das vagas para cada sexo.
Registro
O candidato poderá ter seu registro validado depois do prazo final definido pela Justiça Eleitoral caso uma instância judiciária superior der ganho de causa a ele.
Fundo partidário
Os partidos poderão ampliar de 20% para 50% o limite de gastos com pessoal pagos com recursos do Fundo Partidário.
Propaganda
Fica proibida publicidade eleitoral em árvores, jardins e em muros e cercas tanto públicos quanto privados. Em áreas particulares, como quintais de residências, a propaganda terá de ser espontânea e gratuita e devem se limitar a uma área de 4 m².
Será permitida a contratação de trios elétricos apenas durante comícios, ao passo que candidatos poderão fazer campanha até as 22h do dia anterior à eleição.
O Código Eleitoral atual não prevê tais regulamentações.
Anúncios
Para manter o equilíbrio entre os postulantes a cargos eletivos, o projeto de reforma eleitoral dispõe que cada candidato possa publicar, no máximo, dez anúncios por jornal durante a campanha, com um limite máximo de ocupação de um oitavo de página. Em todos os casos, eles deverão informar o valor pago pela publicidade.
O atual Código Eleitoral prevê apenas o limite de um oitavo da página por candidatos e de um quarto de página de revista ou jornal tablóide. O anúncio, na lesgilação atual, só é permitido até a antevéspera das eleições.
Com informações da Redação Terra
Postado por TOUROLOUCO às 7/09/2009 07:53:00 AM
Prá Frente Brasil? Prá trás Brasil? Ah!! Vai prá merda Brasil! Ops... acho que já está...rs
Postado por TOUROLOUCO às 7/09/2009 07:42:00 AM
Fundação de Sarney dá verba da Petrobrás a empresas fantasmas
A Fundação José Sarney - entidade privada instituída pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para manter um museu com o acervo do período em que foi presidente da República - desviou para empresas fantasmas e outras da família do próprio senador dinheiro da Petrobrás repassado em forma de patrocínio para um projeto cultural que nunca saiu do papel.
Do total de R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas prestadoras de serviço com endereços fictícios em São Luís (MA) e até em uma conta paralela que nada tem a ver com o projeto. Uma parcela do dinheiro, R$ 30 mil, foi para a TV Mirante e duas emissoras de rádio, a Mirante AM e a Mirante FM, de propriedade da família Sarney, a título de veiculação de comerciais sobre o projeto fictício.
A verba foi transferida em 2005, após ato solene com a participação de Sarney e do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. A Petrobrás repassou o dinheiro à Fundação Sarney pela Lei Rouanet, que garante incentivos fiscais às empresas que aceitam investir em projetos culturais. Mas esse caso foi uma exceção. Apenas 20% dos projetos aprovados conseguem captar recursos.
O projeto de Sarney foi aprovado pelo Ministério da Cultura em 2005 e está em fase de prestação de contas na pasta. Antes da aprovação, o próprio Sarney chegou a enviar um bilhete ao então secretário executivo e hoje ministro da pasta, Juca Ferreira, pedindo para apressar a tramitação. Em 14 de dezembro, o ministério comunicou que o projeto estava aprovado e, no dia seguinte, a Petrobrás anunciou a liberação do dinheiro. Procurada pelo Estado, a Petrobrás informou que a fundação foi incluída no programa de patrocínio como "convidada" e por isso não teve de passar pelo processo de seleção.

O objetivo do patrocínio, que a fundação recebeu sem participar de concorrência pública, que a estatal faz para selecionar projetos, era digitalizar os documentos do museu. "Processamento técnico e automação do acervo bibliográfico", como diz um relatório de contas.
Pela proposta original, que previa o cumprimento das metas até abril de 2007, computadores seriam instalados nos corredores do museu, sediado num convento centenário no centro histórico de São Luís, para que os visitantes pudessem consultar online documentos como despachos assinados por Sarney na época em que ocupava o Palácio do Planalto. Até ontem, não havia um único computador à disposição dos visitantes.
Nos últimos dias, o Estado analisou notas fiscais e percorreu os endereços das empresas que a fundação afirma ter contratado para prestar serviços ao projeto. Na relação de despesas, foram anexados até recibos da própria entidade para justificar o saque de R$ 145 mil da conta aberta para movimentar o dinheiro do patrocínio.
RECIBO
Em recibo de 23 de março de 2006, em papel timbrado da fundação, Raimunda Santos Oliveira declara ter recebido R$ 35 mil por "serviços prestados de elaboração do projeto de preservação e recuperação do acervo" do museu. Procurada ontem pelo Estado, ela disse que já trabalhou na fundação, mas nos anos 90. "Eu trabalhei lá de 1990 a 1995", disse. Sobre o recibo, não quis comentar: "Não sei do que você está falando."
A lista de empresas que emitiram as notas revela atuação entre amigos no esforço para justificar o uso do dinheiro. Uma delas, a Ação Livros e Eventos, tinha como sócia até pouco tempo atrás a mulher de Antônio Carlos Lima, o "Pipoca", ex-secretário de Comunicação da governadora Roseana Sarney (PMDB) e atual assessor do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, aliado da família.
Das 34 notas fiscais emitidas pela Ação, que somam R$ 70 mil, 30 são sequenciais - é como se a firma tivesse apenas a Fundação José Sarney como cliente. Mais: uma das sócias, Alci Maria Lima, que assina recibos anexados à prestação de contas, nem sabe dizer que tipo de serviço a empresa prestou. "Eu assinei o recibo, mas não sei o que foi que a empresa fez, não."
"Pipoca" é irmão de Félix Alberto Lima, dono de outra empresa, a Clara Comunicação, que teria prestado serviços ao projeto da fundação. As notas da Clara totalizam R$ 103 mil.
Ao Estado, Félix Lima disse num primeiro momento que prestou serviços de divulgação das atividades da fundação. Ele não soube explicar a relação disso com o projeto patrocinado pela Petrobrás. "Não sei de projeto, me chamaram para fazer esse trabalho e cumpri isso profissionalmente", disse. Mais tarde, em outro telefonema, tentou retificar o que dissera: afirmou que a Clara foi contratada para divulgar o projeto.
Outra empresa cujas notas foram anexadas na prestação de contas, o Centro de Excelência Humana Shalom, não existe nos endereços declarados à Receita Federal. Por "serviços de consultoria", teria recebido R$ 72 mil da Fundação José Sarney. À época, a Shalom tinha como "sede" a casa da professora Joila Moraes, em bairro de classe média de São Luís. "A empresa é de um amigo meu, mas nunca funcionou aqui. Eu só emprestei o endereço", disse Joila. Ela é irmã de Jomar Moraes, integrante do Conselho Curador da Fundação José Sarney e amigo do senador.
ENDEREÇO
Uma terceira empresa, a MC Consultoria, destinatária de R$ 40 mil, nunca existiu no endereço no qual foi registrada na Receita. Funcionários do prédio jamais ouviram falar dela.
Na prestação de contas, há até notas referentes à compra de quentinhas num restaurante na rua do museu. A fundação pagou R$ 15 mil pelas marmitas. Pelo valor unitário, R$ 4,50, o restaurante teria fornecido mais de 3 mil quentinhas.
Com informações do O Estadão
Do total de R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas prestadoras de serviço com endereços fictícios em São Luís (MA) e até em uma conta paralela que nada tem a ver com o projeto. Uma parcela do dinheiro, R$ 30 mil, foi para a TV Mirante e duas emissoras de rádio, a Mirante AM e a Mirante FM, de propriedade da família Sarney, a título de veiculação de comerciais sobre o projeto fictício.
A verba foi transferida em 2005, após ato solene com a participação de Sarney e do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. A Petrobrás repassou o dinheiro à Fundação Sarney pela Lei Rouanet, que garante incentivos fiscais às empresas que aceitam investir em projetos culturais. Mas esse caso foi uma exceção. Apenas 20% dos projetos aprovados conseguem captar recursos.
O projeto de Sarney foi aprovado pelo Ministério da Cultura em 2005 e está em fase de prestação de contas na pasta. Antes da aprovação, o próprio Sarney chegou a enviar um bilhete ao então secretário executivo e hoje ministro da pasta, Juca Ferreira, pedindo para apressar a tramitação. Em 14 de dezembro, o ministério comunicou que o projeto estava aprovado e, no dia seguinte, a Petrobrás anunciou a liberação do dinheiro. Procurada pelo Estado, a Petrobrás informou que a fundação foi incluída no programa de patrocínio como "convidada" e por isso não teve de passar pelo processo de seleção.

O objetivo do patrocínio, que a fundação recebeu sem participar de concorrência pública, que a estatal faz para selecionar projetos, era digitalizar os documentos do museu. "Processamento técnico e automação do acervo bibliográfico", como diz um relatório de contas.
Pela proposta original, que previa o cumprimento das metas até abril de 2007, computadores seriam instalados nos corredores do museu, sediado num convento centenário no centro histórico de São Luís, para que os visitantes pudessem consultar online documentos como despachos assinados por Sarney na época em que ocupava o Palácio do Planalto. Até ontem, não havia um único computador à disposição dos visitantes.
Nos últimos dias, o Estado analisou notas fiscais e percorreu os endereços das empresas que a fundação afirma ter contratado para prestar serviços ao projeto. Na relação de despesas, foram anexados até recibos da própria entidade para justificar o saque de R$ 145 mil da conta aberta para movimentar o dinheiro do patrocínio.
RECIBO
Em recibo de 23 de março de 2006, em papel timbrado da fundação, Raimunda Santos Oliveira declara ter recebido R$ 35 mil por "serviços prestados de elaboração do projeto de preservação e recuperação do acervo" do museu. Procurada ontem pelo Estado, ela disse que já trabalhou na fundação, mas nos anos 90. "Eu trabalhei lá de 1990 a 1995", disse. Sobre o recibo, não quis comentar: "Não sei do que você está falando."
A lista de empresas que emitiram as notas revela atuação entre amigos no esforço para justificar o uso do dinheiro. Uma delas, a Ação Livros e Eventos, tinha como sócia até pouco tempo atrás a mulher de Antônio Carlos Lima, o "Pipoca", ex-secretário de Comunicação da governadora Roseana Sarney (PMDB) e atual assessor do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, aliado da família.
Das 34 notas fiscais emitidas pela Ação, que somam R$ 70 mil, 30 são sequenciais - é como se a firma tivesse apenas a Fundação José Sarney como cliente. Mais: uma das sócias, Alci Maria Lima, que assina recibos anexados à prestação de contas, nem sabe dizer que tipo de serviço a empresa prestou. "Eu assinei o recibo, mas não sei o que foi que a empresa fez, não."
"Pipoca" é irmão de Félix Alberto Lima, dono de outra empresa, a Clara Comunicação, que teria prestado serviços ao projeto da fundação. As notas da Clara totalizam R$ 103 mil.
Ao Estado, Félix Lima disse num primeiro momento que prestou serviços de divulgação das atividades da fundação. Ele não soube explicar a relação disso com o projeto patrocinado pela Petrobrás. "Não sei de projeto, me chamaram para fazer esse trabalho e cumpri isso profissionalmente", disse. Mais tarde, em outro telefonema, tentou retificar o que dissera: afirmou que a Clara foi contratada para divulgar o projeto.
Outra empresa cujas notas foram anexadas na prestação de contas, o Centro de Excelência Humana Shalom, não existe nos endereços declarados à Receita Federal. Por "serviços de consultoria", teria recebido R$ 72 mil da Fundação José Sarney. À época, a Shalom tinha como "sede" a casa da professora Joila Moraes, em bairro de classe média de São Luís. "A empresa é de um amigo meu, mas nunca funcionou aqui. Eu só emprestei o endereço", disse Joila. Ela é irmã de Jomar Moraes, integrante do Conselho Curador da Fundação José Sarney e amigo do senador.
ENDEREÇO
Uma terceira empresa, a MC Consultoria, destinatária de R$ 40 mil, nunca existiu no endereço no qual foi registrada na Receita. Funcionários do prédio jamais ouviram falar dela.
Na prestação de contas, há até notas referentes à compra de quentinhas num restaurante na rua do museu. A fundação pagou R$ 15 mil pelas marmitas. Pelo valor unitário, R$ 4,50, o restaurante teria fornecido mais de 3 mil quentinhas.
Com informações do O Estadão
Postado por TOUROLOUCO às 7/09/2009 07:34:00 AM
Morre aos 93 anos Robert McNamara, "arquiteto" da guerra dos EUA no Vietnã
Robert McNamara, o ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos que "arquitetou" o envolvimento do país na Guerra do Vietnã (1959-1975), morreu nesta segunda-feira enquanto dormia em sua casa em Washington.
McNamara foi secretário de Defesa por sete anos, entre 1961 e 1968, nas administrações dos presidentes John F. Kennedy (1961-1963) e Lyndon Johnson (1963-69).
Para quem não sabe,Robert McNamara, como prêmio por seu "excelente" trabalho, foi nomeado imediatamente após deixar o cargo de secretário da Defesa, presidente do Banco Mundial, já que passava por forte clapso nervoso e ameaçava tornar pública a participação dos Bancos. O que mais uma vez vem comprovar que quem são os verdadeiros SENHORES DAS GUERRAS, são os Bancos e a indústria bélica, já que são também os verdadeiros DONOS da CIA, a qual comanda não só o governo dos EUA como muitos outros.
McNamara foi secretário de Defesa por sete anos, entre 1961 e 1968, nas administrações dos presidentes John F. Kennedy (1961-1963) e Lyndon Johnson (1963-69).
Para quem não sabe,Robert McNamara, como prêmio por seu "excelente" trabalho, foi nomeado imediatamente após deixar o cargo de secretário da Defesa, presidente do Banco Mundial, já que passava por forte clapso nervoso e ameaçava tornar pública a participação dos Bancos. O que mais uma vez vem comprovar que quem são os verdadeiros SENHORES DAS GUERRAS, são os Bancos e a indústria bélica, já que são também os verdadeiros DONOS da CIA, a qual comanda não só o governo dos EUA como muitos outros.
E em seu livro de memórias, "In Retrospect: The Tragedy and Lessons of Vietnam" ("Em Retrospecto: A Tragédia e as Lições do Vietnã", em tradução livre), publicado em 1995, em determinda parte diz não só nas entrelinhas, mas claramente que em 1967 havia perdido totalmente a fé na capacidade americana de vencer a insurgência guerrilheira no Vietnã após ter tomado ciência que foi usado pela CIA.
Apesar disso, não diminui em nada a sua responsabilidade pelas mortes de milhares.
Postado por TOUROLOUCO às 7/06/2009 12:43:00 PM
O cara é um cara de pau. Óleo de Peroba nele!
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Postado por TOUROLOUCO às 7/03/2009 08:54:00 AM
A maioria na China não sabe o que é democracia. Sorte deles.
Para ilustrar a questão, a jornalista e escritora chinesa Xinran contou uma conversa que teve com uma camponesa no interior de seu país. “Dei a ela três opções: se ela preferiria terra e dinheiro; um marido e filhos saudáveis; ou democracia e liberdade”, contou.
O problema é que em chinês a palavra liberdade (ziyou) é pronunciada quase como 'óleo de cozinha' (you) enquanto o termo democracia e a expressão ‘dois porcos’ têm exatamente a mesma pronúncia (min zhu).
“Ela respondeu que queria terra, marido, filhos e dinheiro, mas que porcos e óleo iriam depender da quantidade e do preço. Isso me mostrou como para aquela mulher esses conceitos políticos eram extremamente distantes, irreais e nem passavam pela cabeça dela.”
Os chineses são sábios até quando são ignorantes quanto ao assunto. Democracia ser confundida com porcos, tem tuda haver.
A Democracia é uma instituição forjada e imposta pela classe intelectual dominante, que surgiu a partir da revolução americana em 1776.
Não que esteja aqui defendendo a Ditadura. Mas a Democracia já não cabe mais no mundo de pessoas em que defendem a ética e a moral. A Democracia no Brasil é um exemplo. Um exemplo de corrupção. Um exemplo de enriquecimento de poucos. Um exemplo de uso de informações para intimidar opositores. Um exemplo de um domínio de ladrões nos poderes: executivo, legislativo e judiciário.

Mas, todo esse cenário em que vivemos à beira do caos da falta de moral e ética por representantes nos poderes, nada mais é que um reflexo de seu povo. Um povo que não se preocupa com a educação e sim como roubar mais e destruir uma nação.
Que o diabo tem piedade de nós. Por que Deus já lavou as mãos.
O problema é que em chinês a palavra liberdade (ziyou) é pronunciada quase como 'óleo de cozinha' (you) enquanto o termo democracia e a expressão ‘dois porcos’ têm exatamente a mesma pronúncia (min zhu).
“Ela respondeu que queria terra, marido, filhos e dinheiro, mas que porcos e óleo iriam depender da quantidade e do preço. Isso me mostrou como para aquela mulher esses conceitos políticos eram extremamente distantes, irreais e nem passavam pela cabeça dela.”
Os chineses são sábios até quando são ignorantes quanto ao assunto. Democracia ser confundida com porcos, tem tuda haver.
A Democracia é uma instituição forjada e imposta pela classe intelectual dominante, que surgiu a partir da revolução americana em 1776.
Não que esteja aqui defendendo a Ditadura. Mas a Democracia já não cabe mais no mundo de pessoas em que defendem a ética e a moral. A Democracia no Brasil é um exemplo. Um exemplo de corrupção. Um exemplo de enriquecimento de poucos. Um exemplo de uso de informações para intimidar opositores. Um exemplo de um domínio de ladrões nos poderes: executivo, legislativo e judiciário.

Mas, todo esse cenário em que vivemos à beira do caos da falta de moral e ética por representantes nos poderes, nada mais é que um reflexo de seu povo. Um povo que não se preocupa com a educação e sim como roubar mais e destruir uma nação.
Que o diabo tem piedade de nós. Por que Deus já lavou as mãos.
Postado por TOUROLOUCO às 7/03/2009 08:38:00 AM
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